segunda-feira, 5 de abril de 2010

Adultos de 20 a 29 anos devem se vacinar contra a gripe H1N1

Gestantes, crianças de seis meses a menores de dois anos e doentes crônicos também podem ser vacinados até 23 de abril, além das pessoas de 20 a 29 anos
Começa nesta segunda-feira, dia 5 de abril, a terceira etapa da estratégia nacional de vacinação contra a influenza H1N1. Adultos com idade entre 20 e 29 anos têm até o dia 23 de abril para tomar a vacina. A meta do Ministério da Saúde é imunizar pelo menos 80% do público-alvo desse grupo, formado por 35,1 milhões de pessoas. Essa faixa etária foi a que teve o maior número proporcional de casos de doença respiratória grave causada pelo novo vírus no ano passado: 24% do total de 44.544 casos, em todo o país. O grupo também concentrou 20% das mortes ocorridas em 2009 (ao todo, foram 2.051).

Em virtude do feriadão da Semana Santa, o Ministério da Saúde prorrogou a vacinação de grávidas, doentes crônicos (exceto idosos) e crianças de seis meses a menores de dois anos até o dia 23 de abril. Assim, a segunda etapa, que terminaria na última sexta-feira (2), deverá continuar ao longo da terceira fase. Os estados, em parceria com os municípios, são responsáveis por definir e divulgar os locais e horários de vacinação. Em todo o país, são mais de 36 mil salas de imunização. Para serem vacinadas, as pessoas de 20 a 29 anos devem ir aos postos de vacinação levando documento de identidade com foto.

Com a prorrogação da segunda fase até 23 de abril, todas as grávidas que ainda não se vacinaram, independentemente do período de gestação, devem se imunizar. As mulheres que engravidarem após o fim da terceira etapa poderão tomar a vacina nas fases seguintes. Não é necessário apresentar atestado médico para comprovar a gravidez.

Na vacinação das crianças, pais e responsáveis devem levar aos locais de imunização apenas os bebês de seis meses a menores de dois anos. É muito importante levar o cartão de vacinação das crianças. Elas receberão uma dose dividida em duas vezes. A segunda meia dose será administrada 30 dias após a primeira. Se a criança completar seis meses depois do dia 2 de abril, também poderá ser vacinada normalmente.

Em relação aos doentes crônicos, devem procurar os postos de vacinação pessoas com menos de 60 anos que têm problemas sérios de coração, pulmão, rins, fígado, diabéticos, pacientes em tratamento para aids e câncer ou os chamados grandes obesos (veja lista abaixo). Aqueles que serão vacinados devem levar aos postos um documento de identidade com foto e a carteira de vacinação do adulto, se possuírem. Também não é preciso levar atestado médico comprovando a doença crônica.

Os idosos com doenças crônicas devem aguardar. A população com mais de 60 anos terá uma etapa exclusiva, entre os dias 24 de abril e 7 de maio, juntamente com a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso contra gripe comum. Nesse período, todos os idosos serão imunizados contra a gripe comum, como acontece todos os anos. Se tiverem doenças crônicas, serão vacinados também contra a gripe pandêmica. Assim, o idoso só precisará ir ao local de vacinação uma única vez.

ETAPAS DE VACINAÇÃO – A estratégia de vacinação contra a influenza pandêmica foi dividida em cinco etapas, para públicos específicos (veja cronograma abaixo). Os grupos prioritários são aqueles que têm o maior risco de desenvolver formas graves da doença e de morrer. Eles foram definidos pelo Ministério da Saúde em consenso com sociedades científicas, entidades de classe e representantes de estados e municípios. Os critérios para definição dos públicos prioritários levaram em conta as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), os dados epidemiológicos observados na primeira onda da pandemia no Brasil e a experiência dos países do Hemisfério Norte.

A OMS recomendou a imunização de quatro grupos: trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas. O governo brasileiro ampliou a vacinação para outros três grupos: crianças de seis meses a menos de dois anos e adultos de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos.

Ao todo o Ministério da Saúde adquiriu 113 milhões de doses para vacinar 91 milhões de pessoas contra gripe pandêmica. A meta é imunizar pelo menos 80% desse público-alvo.

CRONOGRAMA DE VACINAÇÃO DOS GRUPOS PRIORITÁRIOS

Grupos Prioritários
Data da vacinação
Trabalhadores da rede de atenção à saúde e profissionais envolvidos na resposta à pandemia
08/03 a 19/03
Indígenas
Gestantes (mulheres que engravidarem após esta data poderão ser vacinadas nas demais etapas da campanha)
22/03 a 21/05
Doentes crônicos (Idosos com doenças crônicas serão vacinados em data diferente,
durante a campanha anual de vacinação contra a gripe sazonal)
22/03 a 23/04
Crianças de seis meses a menores de dois anos
22/03 a 23/04
População de 20 a 29 anos
05/04 a 23/04
CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO DO IDOSO
Pessoas com mais de 60 anos vacinam-se contra a gripe comum. Aqueles com doenças crônicas também serão vacinados contra a gripe pandêmica
24/04 a 07/05
População de 30 a 39 anos
10/05 a 21/05

DOENÇAS CRÔNICAS PARA VACINAÇÃO
Os pacientes devem consultar o médico antes de tomar a vacina para esclarecer dúvidas e receber orientações

- Pessoas com grande obesidade (Grau III), incluídas atualmente nos seguintes parâmetros:

crianças com idade igual ou maior que 10 anos com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 25;

criança e adolescente com idade maior de 10 anos e menor de 18 anos com IMC igual ou maior que 35;

adolescentes e adultos com idade igual ou maior que 18 anos, com IMC maior de 40 ;

- Indivíduos com doença respiratória crônica desde a infância (ex: fibrose cística, displasia broncopulmonar);

- Indivíduos asmáticos (portadores das formas graves, conforme definições do protocolo da Sociedade Brasileira de Pneumologia);

- Indivíduos com doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (ex: distrofia neuromuscular);

- Pessoas com imunodepressão por uso de medicação ou relacionada às doenças crônicas;

- Pessoas com diabetes;

- Pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e outras doenças respiratórias crônicas com insuficiência respiratória crônica (ex: fibrose pulmonar, sequelas de tuberculose, pneumoconioses);

- Pessoas com doença hepática: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral;

- Pessoas com doença renal: insuficiência renal crônica, principalmente em doentes em diálise;

- Pessoas com doença hematológica: hemoglobinopatias;

- Pessoas com terapêutica contínua com salicilatos, especialmente indivíduos com idade igual ou menor que 18 anos (ex: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);

- Pessoas portadoras da síndrome clínica de insuficiência cardíaca;

- Pessoas portadoras de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica:

Hipertensão arterial pulmonar

Valvulopatia

- Pessoas com cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular (fração de ejeção do ventrículo esquerdo [FEVE] menor do que 0.40);

- Pessoa com cardiopatia hipertensiva com disfunção ventricular [FEVE] menor do que 0.40;

- Pessoa com cardiopatias congênitas cianóticas;

- Pessoas com cardiopatias congênitas acianóticas, não corrigidas cirurgicamente ou por intervenção percutânea;

- Pessoas com miocardiopatias (Dilatada, Hipertrófica ou Restritiva);

- Pessoas com pericardiopatias.



Parceiros do Ministério da Saúde na construção da estratégia nacional de vacinação contra influenza H1N1:


1. Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS)

2. Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS)

3. Conselho Federal de Medicina (CFM)

4. Associação Médica Brasileira (AMB)

5. Associação Brasileira de Enfermagem (ABEN)

6. Grupo Assessor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde

7. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo)

8. Sociedade Brasileira de Cardiologia

9. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

10. Sociedade Brasileira de Imunização

11. Sociedade Brasileira de Infectologia

12. Sociedade Brasileira de Medicina da Família e Comunidade

13. Sociedade Brasileira de Pediatria

14. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia

15. Núcleo de Educação e Saúde Coletiva da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Outras informações
Atendimento à Imprensa

(61) 3315 3580 e 3315 2351    Fonte: www.saude.gov.br

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Imagens I

Após o grande tremor a rua deserta é iluminada apenas pelo flash da câmera.
Os sons de alarmes de prédios e veículos invadem a noite


Nosso "simógrafo" - Quandos as flores começavam a balançar era sinal de que mais um tremor estava chegando e as pessoas se preparavam para algo pior.
Os tremores menores, chamados de "réplicas" foram mais de uma centena até nossa saída seis dias depois.



quinta-feira, 1 de abril de 2010

Três minutos

Três minutos.
Foi o quanto durou o terremoto. Parece pouco mas pareceu uma eternidade.
O que é possível fazer em três minutos?
O que você faria?
Tomar um cafezinho, comer um "croissant", ou quem sabe assistir alienado aquele comercial de TV?
Quem sabe utilizar os próximos minutos para se aproximar de sua esposa ou marido, filhos, netos ou ainda chamar seus amigos e dizer o quanto os ama e que eles são o que realmente importa em sua vida?
Quantas vezes você tem feito isto ultimamente?
Quem sabe pensar na qualidade do seu trabalho e sua missão no mundo? Você vale pelo quanto ganha ou pelo que faz?
Seja útil para os outros e para sí mesmo. Faça sua vida valer para não ter do que se arrepender.
Caiu? Levante-se, corrija a rota e retome o bom caminho. Seja um trabalhador da Luz
Escolha assistir a aurora ou crepúsculo, contar estrelas ou flertar com a lua.
Contemple as belezas que o cercam – e elas são muitas – deixe-se levar pelo devaneio para depois voltar ao trabalho com dedicação ainda maior.
Coisas tão simples e ao mesmo tempo tão belas e esquecidas.
Fale, contemple, abraçe, beije, admire, surpreenda-se.
Não apenas nos próximos três minutos mas em todos os outros que se seguirão em sua valiosa vida.

Por Waldemar Hillal Barboza

Trinta dias depois do 8.8

Há exatamente um mês, aproximadamente neste horário, um dos maiores terremotos de todos os tempos atingiu o Chile.
Ali estávamos, eu e minha esposa, compartilhando alguns poucos dias de merecidas férias.
Foram os mais longos três minutos de nossas vidas.

Chega o tremor e logo, suor,frio e calor. Corpos e mentes em alerta total.
Ruídos intensos em sucessão, dos mais graves aos mais agudos. Ensurdecedor.
Vem então a constatação da impotencia e um pensamento de agradecimento a Deus pela oportunidade de ter vivido. Depois o abraço amoroso e silencioso, simbolizando desapego e resignação.

A saída apressada mas consciente e organizada.
A pessoa amada que se abraça e algumas coisas importantes para levar. O restante, que é apenas o resto, apenas matéria, pode ficar.
Na saída a busca da luz com o encontro de um corredor pródigo, aconchegante e iluminado pelo gerador.
Em seguida alarmes e instruções com vozes roucas, certamente inseguras pela primeira vez, dão o tom da vida, dando instruções para encontrar a saída.

No final a chegada ao solo firme e o encontro.
Homens e mulheres de diversas raças e crenças, muitos que talvez não acreditassem em nada mais além das posses materiais, estão unidos pela mesma realidade.

A seguir o que se vê são nuances diversas de um mesmo quadro: a percepção da fragilidade
Alguns manifestam por um silencio cuidadoso e outros com um soluço contido, quase silencioso.

E a solidariedade? Ah... esta dama tão ausente no mundo da competição apresentou-se vestindo traje de gala, em grande estilo, para confraternizar a vida.
Alguem alcança uma toalha que na mesa já estava, para ajudar cobrir a nudez de uma pessoa que se sentia humilhada.

Achei oportuno pegar um vidro com caramelos que estava no balcão da recepção para adoçar as vidas dos outros que alí estavam e que, na verdade, eram nossos irmãos.
O sorrisos se sucederam ao receber as doçuras e alguém pensou que um anjo estava passando por ali para espantar as loucuras.
A insonia predomina e não pode ser vencida. Eis então que os primeiros raios de sol nos saúdam dizendo: Bom dia! E a esperança predomina.
Pessoas que até então se consideravam desconhecidas, trocam abraços e confraternizam o triunfo da vida.

Por Waldemar Hillal Barboza - Médico Geriatra e sobrevivente agradecido do 8.8

Médico pelotense que estava no Chile volta paracasa

Por: Hélen Albernaz
helen@diariopopular.com.br
Foto: Diario Popular

Quase uma semana depois do planejado, o médico pelotense Waldemar Barboza, que estava no Chile quando aconteceu o terremoto que abalou o país, voltou para casa na tarde de quinta-feira (4). Ele e a esposa conseguiram embarcar às 2h em um voo de Santiago para Porto Alegre, de onde pegaram um ônibus para Pelotas. Em visita ao Diário Popular na manhã desta sexta-feira, o médico contou como foram os últimos momentos no Chile e a sensação de voltar para casa. "Prometi a mim mesmo que viria cumprimentar vocês, assim como tantas outras pessoas que, de lá, eu pensei que poderia não ver mais", afirmou.


Como foi previsto, na terça-feira à tarde os voos comercias começaram a ser liberados aos poucos no aeroporto de Santiago. Barracões improvisados foram montados para as empresas aéreas atenderem os passageiros. Waldemar e a esposa foram até o consulado brasileiro para entrar em uma lista de espera para voltar ao Brasil nos aviões de ajuda humanitária, entretanto decidiram voltar por conta própria já que as passagens estavam reservadas e havia previsão de embarque. "Quando estavamos indo para o aeroporto o consulado ligou dizendo que havia lugar para irmos, mas decidimos voltar com a empresa aérea e deixar que outras pessoas sem passagens utilizassem os aviões enviados pelo Brasil", contou.

Menos de um dia em Pelotas e o médico já está trabalhando. "Se tem pessoas precisando de atendimento não tem por que esperar", explicou, ao se despedir para receber um paciente que vinha de outra cidade para consultar. Mesmo com tantos compromissos para colocar em dia, Waldemar reservou um tempo para dar atenção à família. A filha e o genro do casal foram para sua casa logo que eles chegaram. "Ficamos vendo as fotos e lembrando dos momentos que passamos lá". O filho, que está em Curitiba, falou com os pais pelo telefone e insistiu para eles irem visitá-lo o quanto antes.

Waldemar lembrou a todo momento o drama que os chilenos estão vivendo e lamentou não poder ficar para tentar ajudar de alguma maneira. "Eles precisam de tudo nesse momento, de qualquer ajuda, e se eu não tivesse a minha família aqui e os meus compromissos profissionais, ficaria lá. Iria para o litoral prestar algum serviço àquelas pessoas porque o cenário é muito triste", afirmou.

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Chile. Médico pelotense relata impressões do terremoto

Por: Hélen Albernaz
helen@diariopopular.com.br

"Tudo que a gente já viu no cinema ou já ouviu falar é absolutamente diferente da realidade, é impossível imaginar a sensação", assim começou o relato do médico pelotense Waldemar Barboza sobre o terremoto que atingiu o Chile na madrugada de sábado (27). O médico estava no país havia uma semana em férias com a esposa quando ocorreu a tragédia e impediu que eles voltassem para o Brasil. Ele contou pelo telefone ao Diário Popular, que está tudo bem com os dois, assim como com todos que estavam no hotel do bairro Providência, em Santiago, onde estão hospedados. No local há uma média de 20 brasileiros e outros turistas de diferentes países, todos esperam ansiosos a liberação do aeroporto para poder voltar para casa.

Barboza narrou com detalhes o pesadelo vivido durante os minutos que a terra tremeu. "Nos sentimos impotentes perante a natureza", afirmou ao lembrar que as paredes realmente se mexiam, a cama pulava e o barulho era ensurdecedor. Quando o tremor parou todos foram para o saguão do hotel. "Me chamou muito a atenção como essas situações mostram sempre o melhor e o pior do ser humano. Ali, naquele saguão, cada um fazia o possível para ajudar os outros, eramos todos iguais", contou Barboza lembrando do momento em que um dos hóspedes apareceu completamente nu no lobby e ninguém ficou constrangido com a situação, "de imediato alguém saiu correndo para emprestar roupas, pois sabiamos que não tinha como ninguém voltar aos quartos".

Três dias depois do susto, dividindo o mesmo teto e a mesma angústia, o grupo tem momentos de descontração lembrando das situações vividas. O médico pelotense é chamado de baleiro, pois no momento em que todos tentavam voltar a sí, viu um vidro cheio de balas que estava na recepção e saiu distribuindo, "na hora pensei que uma balinha doce poderia ajudar a acalmar as pessoas, era fundamental manter o equilíbrio e não se desesperar", lembrou.


A comunicação ainda é precária no país, pouquíssimos dados oficiais chegam a quem está lá. Por isso, até agora a única informação mais concreta é de que na tarde de terça-feira, por volta das 15h, os voos internacionais começarão a ser liberados aos poucos. "Todos queremos ir para casa, mas é preciso ter paciência. Até porque sabemos que lá estará tudo bem e como deixamos, a situação de quem vai ficar aqui depois que formos embora é muito pior, por isso a ajuda humanitária é prioridade", afirmou o médico sobre o uso do aeroporto só para receber ajuda de outros países.

Família
A família de Waldemar também espera ansiosa o retorno dele e da esposa à cidade. De acordo com a filha do médico, Raquel Barboza Lhullier, os pais ligaram bem cedo na manhã de sábado para avisar a família de que estava tudo bem. "Nós dormiamos ainda e nem sabíamos da tragédia, por isso conseguimos manter a calma e desde lá nos falamos sempre que possível", contou.

Raquel está fazendo contato com os pacientes do pai que ligam a todo momento preocupados. "No consultório o telefone não para de tocar para saber notícias deles, mas é difícil conseguir avisar todo mundo de que está tudo bem", contou.


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Pelotenses no Chile aguardam retorno após terremoto

Bianca Zanella, com informações de Waldemar Barboza, do Chile


Com um sinal de internet fraco, acessando de uma cafeteria no bairro Providência, na capital chilena, o médico pelotense Waldemar Barboza concedeu uma entrevista ao site Pelotas Mais na manhã desta segunda-feira (1º). Pelo programa de mensagens instantâneas (MSN) ele fez um relato da situação direto do país atingido pelo terremoto que alcançou 8,8 graus na escala Richter na noite de sábado (27).

Leia mais em: http://wp.clicrbs.com.br/pelotasmais/2010/03/01/pelotenses-no-chile-aguardam-possibilidade-de-retorno-apos-o-terremoto/#comments