segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Estágios evolutivos da Doença de Alzheimer


Este quadro de sete estágios é baseada no sistema desenvolvido pelo Dr. Barry Reisberg - Diretor Clínico do New York University School of Aging Medicine

Nem todos os pacientes irão manifestar rigorosamente  os mesmos sintomas ou ter a mesma evolução.
 Fase 1: Sem alterações perceptíveis
A pessoa não apresenta nenhuma dificuldade com a memória. Uma entrevista com um profissional médico não mostra qualquer evidência de sintomas de dementia.

Fase 2: Alterações cognitivas muito discretas 
Podem ser manifestações normais relacionadas à idade ou os primeiros sinais da Doença de Alzheimer.  A pessoa  lapsos de memória - esquecendo palavras familiares ou a localização de objetos do cotidiano. Não apresentam sintomas de demência passíveis de serem detectados durante um exame médico de rotina. ou perceptíveis  por amigos, familiares ou colegas de trabalho.

Fase 3: Declínio cognitivo leve
Em estágio inicial de Alzheimer pode ser diagnosticado em alguns, mas não todos, indivíduos com estes sintomas. Amigos, familiares ou colegas de trabalho começam a perceber dificuldades.Durante uma entrevista médica detalhada, associando testes cognitivos, o médico pode ser capaz de detectar problemas na memória ou concentração.

* Dificuldade para encontrar a palavra certa ou nomes* Dificuldades em lembrar nomes quando foi apresentado a novas pessoas* Maior dificuldade para realizar tarefas em ambientes sociais ou de trabalho,  esquecendo, por exemplo, conteúdo de um material        que acabou de ler* Perder ou trocar de lugar - sem lembrar depois - um objeto importante como chaveiro, carteira com dinheiro ou documentos* Maior dificuldade com o planejamento ou a organização de tarefas
Estágio 4: Declínio cognitivo moderado
Neste ponto, uma entrevista médica cuidadosa deve ser capaz de detectar manifestações em diversas áreas:
* O esquecimento de acontecimentos recentes* A habilidade prejudicada para realizar cálculos mentais desafiadoras - por exemplo, contagem regressiva de 100 por 7s* Maior dificuldade para realizar tarefas complexas, como o planejamento de jantar para convidados, pagamento de contas ou gestão de finanças* Esquecimento sobre a própria história pessoal* Tornar-se mal-humorado ou retraido, especialmente no social ou mentalmente em situações desafiadoras
Etapa 5:  Declínio cognitivo moderadamente graveLacunas na memória e pensamento são claramente perceptíveis, e as pessoas começam a precisar de ajuda com o dia-a-dia.
Nesta fase, a pessoa com Alzheimer pode:

* Ser incapaz de recordar seu próprio endereço ou número de telefone ou a escola ou faculdade a partir do qual se formou* Tornar-se confuso sobre onde está ou que dia é hoje* Ter problemas com exercícios simples de aritmética* Precisa de ajuda para escolher roupas adequadas para a estação ou a ocasião* Ainda se lembrar de detalhes importantes sobre si e sua família* Ainda não necessita de assistência para comer ou ir ao banheiro


Etapa 6: Declínio cognitivo graveAlém do agravamento das dificuldades coma memória, ocorrem alterações de personalidade   e a  pessoa precisa de ajuda com as atividades diárias.
Nesta fase, o paciente pode:
* Perder a consciência de experiências recentes, bem como de seu entorno* Lembrar-se de nome próprio, mas apresenta dificuldade com a sua história pessoal* Consegue distinguir rostos conhecidos e desconhecidos, mas tem dificuldade em lembrar o nome de um cônjuge ou cuidador* Necessita de ajuda para se vestir adequadamente e pode, sem supervisão, cometer erros como colocar um pijama sobre as roupas de uso diário ou sapatos nos pés errados* Apresentar grandes mudanças nos padrões de sono - dormir durante o dia e tornando-se inquieto à noite* Necessitar de ajuda na higiene pessoal. Exemplo: descarga do vaso sanitário, limpeza ou eliminação de resíduos corretamente* Ter cada vez mais dificuldade em controlar  bexiga ou intestinos* Experiência de personalidade importantes e mudanças comportamentais, incluindo a desconfiança e delírios (como acreditar que seu cuidador é um impostor) ou comportamento compulsivo, repetitivo como o de torcer ou rasgar o tecido com as mãos.* Tendencia  a vagar ou se perder
Fase 7: Declínio cognitivo muito grave
Estágio avançado da doença de Alzheimer
* No estágio final da doença, o indivíduos perde a capacidade de responder ao seu ambiente, para manter uma conversa e, eventualmente, para controlar o movimento.
* Pode ainda dizer palavras ou frases.* Nesta fase, o paciente precisa total no seu cuidado diário pessoal, incluindo comer ou usar o banheiro. 
* Pode também podem perder a capacidade de sorrir, de se sentar sem apoio e para manter a cabeça erguida. 
* Reflexos se tornam anormais.
* Músculos tornam-se rígidos. 
* Deglutição prejudicada.


Fonte: www.alz.org 

domingo, 11 de dezembro de 2011

Medos Infantis

Raquel Franck Barboza Lhullier
Psicóloga CRP 07/15.446
Especialista em Psicoterapia Cognitivo Comportamental

 
Os medos são comuns na infância. Alguns medos são normais dentro de cada faixa do desenvolvimento infantil e bem conhecidos, tais como: medo do escuro, de estranhos, de barulhos fortes, de separação, da morte e de situações escolares novas.
As vezes estes medos e ansiedades podem aumentar em intensidade e frequência e se transformar em patologias, podendo surgir mesmo na ausência de qualquer ameaça real. O corpo da criança sinaliza que algo não está indo bem mas ela nem sempre sabe como lidar sozinha com estes sintomas fisiológicos, que podem ser: sudorese, dor abdominal, aceleração do batimento cardíaco, tontura, náusea, vômito, aperto no peito e falta de ar.
Os transtornos de ansiedade constituem um grave problema de saúde mental, tanto para as crianças que sofrem quanto para as suas famílias.
Preocupação intensa, medo e irritabilidade fazem parte do quadro emocional da criança ansiosa que pode acabar evitando situações escolares e entrar em conflitos com colegas e familiares. Ela são vistas como inquietas, distraídas, desatentas e podem acabar apresentando um sofrimento significativo, com alterações comportamentais, de humor, psicológicas, cognitivas e interpessoais.
É importante ressaltar a necessidade de uma avaliação médica com o pediatra para excluir causas físicas para os sintomas citados.
Nos últimos 15 anos, estudos tem indicado a Psicoterapia Cognitivo Comportamental como efetiva para a redução de ansiedade e estresse emocional em crianças e adolescentes. O “Amigos para a Vida” é uma das intervenções cognitivo-comportamentais, que foi criado pela Dra. Paula Barret (fundadora da Pathways to Resillience Trust). Ele consiste num programa de prevenção e tratamento da ansiedade na infância, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde por seus mais de 12 anos de validação abrangente e avaliação através de vários países e idiomas utilizando rigorosos estudos controlados randomizados. Este programa tem eficácia comprovada na prevenção da ansiedade por até seis anos depois da exposição inicial, uma história de desenvolvimento científico extensivamente publicada, testagem e pesquisa clínica em andamento em todo o mundo. Cabe ressaltar que somente profissionais capacitados estão habilitados para aplicar este programa em âmbitos clínicos e escolares. Se deixada sem tratamento, a ansiedade na infância pode se desenvolver ao longo dos anos em distúrbio(s) de ansiedade crônica em adultos ou, em alguns casos, em depressão, sem contar a perda de qualidade de vida da criança.

Fonte: www.diariopopular.com.br

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Alterações de olfato. Relação com Alzheimer e Parkinson?

http://www.docguide.com/just-noticeable-difference-olfaction-discriminative-tool-between-healthy-elderly-and-patients-cognit?hash=f1ece68d&eid=23541&alrhash=3594fa-9d5457f9f887792f63312b3939b2bd0f

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Explore as tendências da gripe ao redor do mundo

http://www.google.org/flutrends/

Dez sinais de alerta para Doença de Alzheimer


Dez sinais de alerta para Doença de Alzheimer
  
Alterações da memória que interferem nas atividades da vida diária

Um dos sinais mais comuns da doença de Alzheimer é a perda de memória, especialmente o esquecimento de informações recentemente adquiridas. 
Outros incluem esquecer datas ou eventos importantes, pedindo a mesma informação várias vezes, dependendo de auxiliares de memória (por exemplo, lembretes ou dispositivos eletrônicos) ou pedindo a membros da família para que o ajudem a lembrar.

Dificuldades em planejar ou resolver problemas

Algumas pessoas podem sofrer alterações na sua capacidade de desenvolver e seguir uma tarefa com números. 
Podem ter dificuldade para fazer uma receita que lhe é familiar, ou cuidar de suas contas. Podem ter dificuldade de concentração e demorar muito mais tempo para fazer coisas que faziam antes.

Dificuldades para completar tarefas no lar, trabalho ou lazer

Pessoas com Alzheimer freqüentemente acham difícil completar tarefas diárias. dificuldade para conduzir veículo em áreas que lhe são familiares,  executar tarefas no trabalho ou de lembrar das regras de um jogo favorito.

Confusão com tempo e espaço

Portadores de Alzheimer podem perder o controle das datas, estações do ano e à passagem do tempo, e dificuldade para entender alguma coisa que aconteceu há poucos minutos. Às vezes,  podem se esquecer de onde estão ou como  chegaram naquele local.


Dificuldades na percepção espacial

Para algumas pessoas, ter problemas de visão pode ser um sinal da doença de Alzheimer. Podem ter dificuldade na leitura, avaliação de  distâncias e determinar a cor ou o contraste. Em termos de percepção,  podem passar por um espelho e achar que alguém está no quarto, não reconhecendo a sí própria.


Dificuldades no uso da palavra falada ou escrita

Pessoas com Alzheimer podem ter problemas para acompanhar ou participar de uma conversa. Podem parar no meio de uma conversação e não ter idéia de como continuar, ou repetir o assunto várias vezes. Dificuldades com o vocabulário e  problemas em encontrar a palavra certa coisas ou chamar pelo nome errado.


Trocar os lugares das coisas e perder a capacidade de refazer etapas

Podem pôr as coisas em lugares inusitados. Perdem objetos e não são capazes de voltar e refazer o caminho para encontrá-los novamente. Às vezes, chegam a acusar os outros de roubar. Isso pode ocorrer com mais freqüência na medida em que ocorre a evolução da doença.

Redução da capacidade de análise e decisão

Pacientes com Alzheimer podem sofrer alterações em sua capacidade de  julgamento ou tomada de decisão. Por exemplo, podem fazer avaliação equivocada em relação ao dinheiro, dando gorjetas exorbitantes.
Podem prestar menos atenção à preparação de um alimento ou ter dificuldades para manter-se limpo.


Afastamento do trabalho ou atividades sociais

Podem desencadear um processo de retirada ou afastamento de hobbies, atividades sociais, projetos de trabalho ou esportes. Também apresentam problemas para acompanhar seu time de futebol ou lembrar como concluir um passatempo favorito. A  partir de certo momento passam a  evitar o contato social por causa das mudanças que estão vivenciando.


Alterações de humor e personalidade

O estado de espírito e a personalidade dos portadores de Alzheimer podem mudar, tornando-se confusos, desconfiados, deprimidos, ansiosos e com medo. Facilmente se aborrecem em casa, no trabalho, com amigos ou em locais onde  estão fora de sua zona de conforto.

Fonte: www.alz.org 

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Os cuidados para enfrentar o inverno frio e úmido de Pelotas


Os cuidados para enfrentar o inverno frio e úmido de Pelotas
            Fonte: www.diariopopular.com.br  
Por Tânia Cabistany 
          
Pelotas. Inverno em Pelotas é sinônimo de temperaturas muito baixas e de umidade. Essa associação pode trazer danos à saúde, caso não sejam observados alguns cuidados que as pessoas devem ter para se proteger do frio e de ambientes cuja umidade acaba produzindo mofo.
Conforme o médico Waldemar Barboza, os ambientes devem ser aquecidos, mas evitadas as temperaturas excessivamente elevadas. A preferência deve ser dada a equipamentos que não produzam chamas, pois consomem o oxigênio.
Aparelhos de ar condicionado devem ter seus filtros submetidos à limpeza nesta época e a seguir, periodicamente, para evitar a proliferação de microorganismos causadores de doenças. "Algumas pessoas utilizam queima de carvão, o que pode ser muito perigoso em ambientes fechados", adverte. No entanto, com os cuidados adequados, o médico frisa que o aquecimento ambiental é um importante aliado contra as doenças mais comuns no inverno.pois acaba por dissipar a umidade.
Primordial é manter-se agasalhado, com especial atenção para as extremidades e a face, evitando passar de um ambiente muito quente para o extremo frio, observa Barboza. Segundo ele, manter-se bem hidratado, preferencialmente por meio de líquidos quentes, como os chás, é outra recomendação para enfrentar as baixas temperaturas do inverno pelotense.
Destaca que o cloro é o mais eficiente removedor de mofo, mas há quem tenha alergia e intolerância ao produto, por isso recomenda alvejantes à base de água oxigenada e outros produtos químicos eficazes. Pondera que para os roupeiros também existem produtos adequados, embora caros.
Alimentação
. Uma ingestão adequada de alimentos para manter o aporte calórico necessário à atividade corporal na época mais fria também deve ser observado. De acordo com Barboza, nunca se deve fazer uso de bebidas alcoólicas com o pretexto de "aquecer" o corpo. "Essas bebidas não aquecem nada, oferecendo apenas a ilusão de calor pela dilatação da superfície", explica.
DICAS DE SAÚDE

- Lavar as mãos frequentemente, não tocar nos lábios e olhos, e evitar contato próximo com pessoas gripadas são atitudes capazes de reduzir o contágio pela gripe.
 
– Sintomas e sinais de aparente gripe ou resfriado, que pioram a cada momento, merecem a busca de atendimento médico, pois podem estar manifestando infecção secundária. Antibióticos apenas sob orientação médica.
– Idosos e hipertensos de qualquer idade não devem tomar os chamados "antigripais", que contêm vasoconstritores, como descongestionantes, em suas fórmulas.
– Em conseqüência do frio, portadores de hipertensão e doença coronariana podem necessitar de ajuste nas doses dos medicamentos e por esta razão devem fazer uma visita ao seu médico logo no início da estação fria.
Para quem enfrenta a lida doméstica
Para a trabalhadora doméstica Vera Lúcia Duarte Lessa, 51 anos e há 28 prestando serviços na mesma casa, inverno não chega a ser problema, embora admita que "o trabalho é dobrado em tudo". Bem disposta, ela conta que tudo o que tem para fazer aumenta. A começar pela roupa, que é maior volume para lavar, já que a indumentária da estação é mais pesada.
E na residência onde trabalha não existe máquina de lavar. "Nunca teve e nunca achei necessário. Em casa eu tenho, aqui não. Mas gosto de lavar à mão. Às vezes já lavo em casa antes de sair", disse. Seu expediente na casa de Hugo Teixeira Pino, 93, começa às 8h30min: "Quando chego abro a casa para arejar, depois mantenho o ambiente mais aquecido. Volta e meia dou um chazinho para eles (Hugo é viúvo e mora com a cunhada, que vai fazer 90 anos). Tenho que arejar a casa por causa dessa gripe que está por aí e cuidar da alimentação deles", relata a dedicada doméstica.
Vera Lúcia descobriu, ao longo dos anos, que colocando vinagre na água acaba com o mofo nas paredes. "Acabou, não voltou mais", assegura, ao acrescentar que esse problema ela não enfrenta mais. Enquanto conversa com a reportagem, prepara espinafre que, segundo ela é bom para os idosos nesta época do ano, e um feijão carioquinha. "Meu patrão comem com abobrinha antes do café", conta. Vera Lúcia vai se aposentar este ano, mas não pretende parar de trabalhar. "Vou continuar cuidando dele", afirma, enquanto mexe nas panelas e um cheiro maravilhoso de comida exala e toma conta do apartamento.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Desde o início,infelizmente, as fontes estavam certas.


Forensic Medical Global Analysis
Of Fukushima Daiichi Crisis

And World PEAK Oxygen In The 21st Century
Dr Bill Deagle MD
5-16-11

 


The Fukushima Daiichi plant disaster was precipitated by an earthquake that damaged Unit 1 even before the tsunami struck destroying backup power to the plant. It is now evident more than two months after March 11th 2011, that Cold Shutdown will 'never' occur. The Hamaoka plant Unit 5 was just reported to have 400 tonnes of seawater, caused by the earthquake, with the ongoing cover-up by TEPCO and other Japanese nuclear power supply companies, the Japanese government and the Nuclear Regulatory Agency. Rolling power brownouts belie many other reactors were taken offline stealthily after March 11th 2011. Now TEPCO appears to be headed for government backed public money to cover liabilities and repairs that are bungled at every turn.
 
The shroud of mystery is dropping and the horror of all three reactors having a complete core breach, reactor cooling pool to Unit 4 blown sky-high and Arne Gundersen analysis of MOX Unit 3 cooling pool going hypercritical with a hydrogen trigger nuclear explosion. Up to 50 km away from the plant debris with highly radioactive soil has been revealed. The Pacific Ocean is a TEPCO Fukushima dumping ground, with the Humbolt or Black Current carrying toxic death to Alaska, Canada, Washington, Oregon, California and Baja California.
 
EPA, CDC, and FDA came out early after Fukushima to quell American fears of internal contamination. Like the Bobby McFerrin song, "Don't Worry, Be Happy" ! Now EPA has announced after purposely dropping the environmental and individual monitoring ball on the Gulf Oil Disaster Last year, they will reduce and discontinue existing inadequate testing of air, water, rainwater, soil, crops and people downwind of Fukushima. We are pursuing Pro Se litigation against EPA for not legally following their charter to inform the public, and their officers and scientist are culpable and liable for harm to American citizens.
 
We had a flurry of concern early, but now the sound of a slumbering population is deafening with apathy and fanciful thoughts that all is well in our air, food, water and we should listen to the EPA. Now, the radiation on my North County, San Diego, CA, Inspector PLUS shows daily waves of radiation with CPM climbing and falling over hours with low 20s to middle 50s when it rains, mists or just when a new cloud of nanoparticles arrives fresh from the inept exploits of TEPCO in Northern Japan.
 
What can you do? Much, you can block radioactive Iodine 131 with NutriDine the most bioavailable diatomic Iodine in the world. Protect your DNA and mitochondria with the most powerful unique long acting high potency Alpha Lipoic Acid, NutriTRALA. You can chelate heavy isotopes your breath or swallow from your respiratory and gastrointestinal tract with NutriDefense and protect your bone marrow with ImmunoMAX... This is the Core Protocol, and many other can be taken per my two part video and PowerPoint presentation that are exclusively on www.NutriMedical.com or 888-212-8871.
 
You must not drink unfiltered water and our Pure Water System will eliminate ALL Toxins and ALL Isotopes.
 
If radiation levels jump or rise significantly, we must consider NIOSH 95 masks when outside, recirculating air in vehicles, and using a HEPA and nanoparticulate home or office filters, and push for developers to make available carbon Bucky ball atomic sized nanoparticulate filters to remove all airborne isotopes. Just one Plutonium stray particle embedded in lung, pancreas or bone marrow is terminal with cancer being a virtual certainty.
 
We must push for an international emergency nuclear team of all the great nuclear powers, USA, Europe, China, Russia to rush to Japanese aid, to deploy radiation proof robots, to contain with high tensile strength Spider-silk Kevlar Tents, to prevent further air release.  We must consider a Corium Catcher under the plants with a wall to undermine any lateral migration of super radioactive Feed-And-Bleed water continuing to poison the greatest ocean on Earth, and we must test and develop a "Zone of Alienation" as with Chernobyl to prevent future Japanese from sacrificing their health and descendants to the toxic zones of Fukushima.
 
Here in America, we must come to grips with several realities. First, the Nuclear Fission Age is OVER ! Second, immediately decommissioning of plants in fault zones, along the coasts in tsunami target range, and plants that can be swamped by flooding is TOP Priority. Next, we must replace all nuclear plants but non-relicensure, exchanging for Natural Gas Conversion of plants, which is quick and inexpensive. We cannot take the Faustian bargain of Cando Canadian, Thorium or Pebble Bed reactors, because although critical hydrogen and nuclear explosions are less likely, they all vent off radioisotopes and no country is willing to accept the worlds undying nuclear pollution heritage. The poor country of Mongolia has come up with analysis of where to move Fukushima waste but it is too radioactive to move and no human can stand more than minutes without the loss of ration thought, bodily functions and death ensures quickly to all who try to service the core regions of Fukushima.
 
Our world must come to grips with the Peak Oxygen Reality! Our oceans are dying and 10,000 plus dead zones up to 20, 000 square miles in size are now joined by the Gulf of Mexico with 200 pound Australian Man-Of-War jellyfish are taking over much of the Gulf, as the oxygen concentration plummets and fish dying with mammals of the sea, dolphins, while contract incinerator ships destroy the evidence at sea. We must transition to solar, wind, wave, and non-carbon based new energy technologies such as Nuclear Fusion, Vortex Field, and geothermal and develop rugged plasma distribution lines that will not succumb to Solar CME Coronal Mass Ejections, Earthquakes or Tsunamis.
 
If we don't hear the planet cry, and heed the warning of Revelation 11:18 "I shall return to destroy those that destroy the Earth.." we shall have a tiny remnant of humankind, living on a strange toxic hypoxic planet in domed cities, fearing to venture into the outer world without a radiation oxygen suit, much like space travelers to our own world.
 
We can survive, we can thrive, then we must act now to save our Earth !

Source:  www.rense.com 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Beber antes dos 18, não

Por André Amaral
Fonte:  www.diariopopular.com.br


Entrevista com o Dr. Alfredo Cardoso Lhullier



A lei é clara e as propagandas televisivas estão aí, diariamente, para lembrar aqueles mais "esquecidos": bebidas alcoólicas só podem ser ingeridas por pessoas com idade igual ou superior a 18 anos. Apesar da clareza da informação, como todos bem sabem, é bastante comum encontrar pessoas com idade até mesmo bastante inferior a maioridade ingerindo bebidas que contém álcool.

Por ser proibido, em muitos casos, estes jovens que têm por hábito a ingestão deste tipo de produto acabam consumindo bebidas de teor acoólico dentro de casa, com o aval de pais que, algumas vezes, não sabem a postura ideal a ser passada aos filhos. Quando a conduta é falha, em casos extremos, pode-se chegar ao alcoolismo, mais comum em homens do que em mulheres em índices três vezes mais alarmantes.

De acordo com o médico psiquiatra, especialista em dependência química, mestre em saúde e comportamento e doutor em psicologia Alfredo Lhullier, não é o fato de o jovem ter completado 18 anos que significa este estar liberado para o consumo de álcool. Além disso, ele também destaca a importância do exemplo dado dentro de casa, assim como o ensinamento de que é possível se divertir sem a companhia do álcool. "Permitir que os filhos bebam já é uma abordagem errada. Não permitir não é ser rígido, é ser cuidadoso. Esta é uma idade vulnerável e o principal problema é a atitude familiar frente ao álcool. "Alguns pais exageram na frente dos filhos ao invés de dar o exemplo", afirma.

Aumenta a bebida, aumenta o risco

Segundo Lhullier, a principal causa de mortes de adolescentes entre 14 anos e 18 anos são os acidentes de trânsito, geralmente causados pelo abuso do álcool. Além desta consequência bastante lógica, a ingestão de componentes alcoólicos também gera prejuízos neurológicos. Na avaliação do especialista, o uso de álcool na adolescência é mais prejudicial do que na fase adulta por essa ser a fase de amadurecimento do córtex pré-frontal, porção do cérebro responsável pelas decisões. "Prejudica o desempenho acadêmico, interfere no juízo de valores e está relacionado à condutas irresponsáveis. Pesquisas também revelam que o hipocampo de jovens que bebem bebidas alcoólicas é menor que o daqueles que não bebem, o que representa prejuízo grave de memória e atenção", revela.

Sinais de alerta

Segundo Lhullier, algumas características devem ser obervadas com atenção por estarem diretamente relacionadas aos transtornos gerados pelo consumo de álcool. A genética familiar é uma delas. "Crianças de famílias com problemas com álcool possuem maior tendência. Neste caso, mais do que o exemplo, a questão genética prevalece", opina.

Outro ponto de alerta citado pelo médico diz respeito àquelas pessoas consideradas "fortes" que, segundo ele, são, na verdade, ainda mais fracas. 
"São aquelas que não sentem os efeitos e que precisam beber maior quantidade para sentir o efeito. São as mais vulneráveis por não terem a mesma sensibilidade dos demais", explica.

Outros fatores, como o relacionamento com pessoas que fazem uso desta substância (namorados e namoradas), comorbidades (30% a 80% dos adolescentes com problemas relacionados ao uso de álcool têm outra doença mental, como transtorno de déficit de atenção e depressão), estilo de vida não convencional (aqueles que querem ser diferentes dos demais)e estrutura familiar também são de imensa relevância. "Crianças criadas somente pela mãe, ou com ausência de pai, são 22 vezes mais sucetíveis ao alcoolismo e ao uso de drogas", informa.

Para completar, o doutor faz uso de uma analogia, retirada de um livro chamado Dependência Química, que compara o álcool a um anzol. Segundo ele, aquilo que é mostrado nos comercias de TV funciona da mesma forma que uma isca, já que o jovem, assim como o peixe, não enxerga o mal escondido por trás da aparente satisfação proporcionada pela bebida. 
"É como o peixe, que morde a isca sem perceber a presença do anzol. Ele morde, fica capturado e dificilmente escapa", compara.

Em números

Pesquisa feita em 2001 pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com jovens de idades entre 12 anos e 17 anos mostrou que: 

48,32% já havia experimentado álcool ao menos uma vez na vida.
5,2% já eram dependentes da substância.
Destes que já experimentaram, a maioria vive na região sul do país, contabilizando 54,5% do total. 

Apesar disto, entre os já considerados dependentes, a maioria vive nas regiões norte e nordeste, onde são contabilizados 9,3% dos casos de dependência. 
"Mais gente prova álcool na região sul, mas é na norte e nordeste que vivem os dependentes".

Pesquisa feita em 2004 com estudantes do ensino fundamental e médio na região sul apontou que: 
44,5% dos jovens entre dez e 12 anos já provou bebida alcoólica.
77% dos adolescentes com idades entre 13 e 15 anos já experimentou alguma bebida com álcool.
88% dos maiores de 18 anos já tomou bebida alcoólica.

"O que prova que a faixa mais vulnerável é a compreendida entre os 13 e 15 anos".
Estudo feito apenas em Porto Alegre, com jovens de idade entre dez e 18 anos, mostrou que: 
70% deles já experimentou alguma bebida alcoólica sendo que, destes, 68,2% havia provado ainda naquele ano, 47,8% no último mês, 15% ingere frequentemente e 7% ingeriu no ano passado.